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terça-feira, 13 de novembro de 2012

Review: Lana Del Rey - Born to die : Paradise Edition



Quando Lana del Rey apareceu com seus videos caseiros, sua voz roca e seu visual retro ninguém diria que ela faria tanto sucesso em meio as farofas das musicas pop dance atuais, o ideal do american dream dos anos cinqüenta que Lana traz é doce, e ao mesmo tempo melancólico, pois hoje, sabemos que ele não existe.
O fato é, que o Born to die fez tanto sucesso que a nossa “nova” queridinha fez questão de entrar na moda de cantoras como Lady Gaga e Nicki Minaj e re-lançar seu debut álbum, e assim, tivemos nessa terça feiras, treze de novembro, o tão aguardado relançamento, o “Born to die : Paradise Edition”.
“I hear the birds on the summer breeze, I drive fast.
I am alone in the night.
Been trying hard not to get into trouble, but I.
I’ve got a war in my mind.”
Em “Ride” Faixa que abre o tão aguardado álbum, e também o lead single, Lana consegue mais uma vez nos fazer ir a uma outra época, a melancolia de sua canção, de uma forma gostosa consegue nos fazer viajar, Ride é uma faixa gostosa, com uma melodia incrível e suave, que combina perfeitamente com a voz aveludada de Lana.
“You make me crazy
You make me wild
Just like a baby, spin me 'round like a child.
Your skin so golden brown”
American é uma canção como qualquer outra de Lana, com uma melodia calma, e uma letra que fica na cabeça, porem, é uma das faixas mais mornas do álbum, parece uma musica de fim de filme.
“My pussy taste like Pepsi Cola,
My eyes are wide like cherry pies.
I got'sa taste for men who older,
It's always been so it's no surprise.”
                                         

O trecho já é conhecido na net, sim, a terceira faixa do novo album da melancolica Lana, é “Cola” um tema americano, a musica mais “bem humorada” do album, devido a piada relacionada a sua genitália.
“Elvis is my daddy, Marilyn’s my mother,
Jesus is my bestest friend.
I don’t need nobody, ‘cause we got each other,
Or at least I pretend.”

Em “Body Eletric”, Lana consegue ficar ainda mais melancólica e chorosa que em suas outras faixas, não que isso seja ruim, uma vez que essa musica é cantada de forma mais dramática, Lana chega a gritas as dores do amor.
“She wore Blue Velvet
Bluer than velvet was the night
Softer than satin was the light
From the stars.”

Blue Velvet é uma clássica que parece ter sido criada para Lana, o cover feito pela cantora da canção  do “The Clover”, não poderia ter sido gravado por ninguém mais, a musica se encaixa perfeitamente na melancolia que Lana tenta passar em seualbum , com uma melodia suave, doce e misteriosa, perfeita.

                          

“In the land of gods and monsters
I was an angel
Living in the garden of evil
Screwed up, scared.”

“Gods & Monsters” é uma das minhas perfeitas, tambores, gritos e destruição ao fundo, Lana canta o começo do apocalipse em seu paraíso, a melancolia de sempre ainda acompanha a faixa, porem, temos a Lana cantando mais firme, dessa vez sua voz não é tão “sonolenta” como as haters costumam dizer, é uma faixa incrível.
“Put me onto your black motorcycle
Fifty baby doll dress for my 'i do"
It only take two hours to nevada
I wear your sparkle.”

“Yayo” Começa com uma introdução melancólica com, voz e violão, Lana pede para que seu “Daddy” a coloque em sua moto e a leve pra nevada, para que eles se casem, é com certeza a musica mais sentimental e melancólica de todo o álbum, mas vale a pena ouvir.

                                        

“Roses, Bel Air

Take me there
I’ve been waiting to meet you”

Ouvimos o piano começando a tão esperada “Bel Air”, é uma musica bem melancólica, como é característico desse álbum, e um pouco mais dark que as outras, a voz de Lana acompanha tambores, pianos e um coro com sua própria voz, uma melodia bela e misteriosa.
“Burning Desire”, a canção que fecha a edição especial do debut álbum de Lana, também acompanha tambores, pianos e uma Lana ofegante ao fundo, boa parte da musica é falada, a não ser por seu refrão, como se estivéssemos acordando, vindo do paraíso para a realidade, o fim do paraíso de Lana Del Rey.
“I drive fast, wind in my hair
I push you to the limits 'cause I just don't care
You ask me where I've been,
I've been everywhere,
But I don't wanna be anywhere but here
.”

A Edição especial do Born to dia da Lana del Rey, conseguiu realizar o seu propósito, a cantora conseguiu trazer suas musicas a um nível mais melancólico, misterioso, como todos os seus “fãs” e  admiradores adoram, o que ela deixou a desejar, foi na quantidade de canções, mas mesmo assim, é um ótimo álbum para se ter.

Melhor Faixa :
Ride
Pior Faixa: America
Nota :4/5

                                            

Review : Christina Aguilera - Lotus


                                 

Hi Candies, como não deve ser novidade pra ninguém, essa semana vazou o novo álbum da nossa linda Christina Aguilera, e como sempre, iremos fazer uma review desse tão aguardado álbum.
O novo álbum de Aguilera é um dos mais esperados de sua carreira por seus fãs, uma vez que esse representa uma “vingança”, por tudo que aconteceu desde o “keeps getting better” até o “Bionic”, como já era de se esperar, o álbum vazou, mas isso não quer dizer que o álbum vá ser um fracasso, afinal, hoje em dia, quase todos os álbuns vazam, porem, sabemos que os álbuns de Aguilera nunca foram um fenômeno de vendas, ainda mais vazando, mas o que importa para nós  é a qualidade das musicas, então vamos lá .
Os álbuns de Christina são muito bem produzidos, uma vez que a mesma alem de ter uma das melhores musicas da atualidade, seus álbuns levam tempo sendo preparados, uma das características dos álbuns de Aguilera é que, os mesmos possuem introdução, uma vez que os álbuns da mesma são muito bem organizados musicalmente, deixando assim uma continuidade entre as musicas, o titulo é muito interessante e tem um pouco a ver com a vida de Aguilera e com sua carreira também, afinal de contas, Lotus é uma flor que cresce apesar de toda a adversidade, e apesar de todas as criticas contra os seus kilinhos a mais, e as polemicas relacionadas ao fracasso de vendas de seu ultimo álbum estarem supostamente relacionados com a cantora Lady Gaga, Aguilera reuniu todo seu talento e colocou mais uma vez em um trabalho totalmente novo e diferente de tudo que a mesma já fez.

Submerge from hurt, pain, broken pieces
Emergency, heartbeat increases
Rise up lotus, rise, this is the begining

                                                   

Depois da primeira introdução, a primeira canção  é “Army of me”, que é muito boa, e pra mim a melhor canção do álbum, com uma pitada eletrônica, e uma letra forte, um tipo de “fighter 2.0”, é uma musica com um tom crescente e muito gostosa, e com bastantes agudos como os fãs de Aguilera esperam e adoram.
Red hot kinda love” é a faixa seguinte, tem um ritmo mais agitado que sua antecessora, é uma musica mais alegre e leve, o momento em que Aguilera deixa de lado seu comeback e se diverte, com uma pegada meio funk, lembra um poruco “ain’t no other man” porem é menos interessante, parece com algumas das musicas antigas de Aguilera.
Make the world move” (Feat. Cee-Lo) a parceria com o companheiro do the voice, a principio pareceu ser um golpe de publicidade, porem a musica é muito boa, e muito bem produzida, poderia muito bem fazer parte do poderoso “Back to basics” de 2006, porem,  com características modernas, tem cara de ser hit.
Your Body” todas as grandes divas do pop atual já trabalharam com Max Martin, grande colaborados dos grandes hits de cantoras como a principal rival de Xtina, Britney Spears, e dessa vez, Xtina se rendeu ao ritmo pop-dance de Max, provando que pode se encaixar no cenário pop atual, porem, sempre trazendo sua personalidade pra musica, o lead single do novo álbum de Aguilera tem recebido elogios de Lady Gaga a Marina and the Diamonds, a canção é uma descarga de adrenalina, muito eletro pop, perfeita, para nenhuma Kylie Minogue colocar defeito.

Let there be Love” é outra canção produzida por Max Martin e por isso podemos dizer que é irmã de “Your body”, sendo um pouco mais eletrônica e mais descontraída, sem contexto sexual como a antecessora, é uma musica pop-dance, com potencial a ser hit, e ate mesmo single, com bastantes agudos, pode não vir a ser single, pois pode tirar a identidade do álbum.
Sing for me” é uma bela canção, onde Aguilera consegue por pra fora seus sentimentos e sua potencia vocal como ela gosta de fazer, com um coro dark, e uma linda melodia, tem cara de ser uma espécie de “Beautiful” da nova geração.
Blank Page” é outra balada, as colaborações de Aguilera para o Bionic foram subestimadas, canções como “I am” e “you lost me” não tiveram o destaque que mereceram e por isso, é bom ver que Aguilera e Sai continuam trabalhando juntas, fazendo canções lindas como essa, em que Aguilera traz um tipo de
musica de nível elevado, escasso no pop atual.
Em “Cease Fire” o que conta, obviamente é mais a letra da musica, do que a melodia em si, uma balada com expansão eletrônica, e com um coro que nunca decola, é uma musica chata.
Around the World” é mais uma das musicas mornas do Lotus, a referencia a Lady marmalade é a parte mais “divertida” dessa canção.
Circles” é uma das surpresas desse álbum, o lado bad girl de Aguilera ressurge com ela mandando os haters “
Spin around on circles on my middle finger” sem remorso ou culpa, é uma musica divertida e deselegante, que deselegante!

                                                                

Best of me” nessa balada podemos ver a fragilidade da diva do the voice, com tambores e um refrão lindo, agudos e letra super pessoal, Aguilera deixa os eventos de 2010 para trás.
Just A Fool” (Feat. Blake Shelton) Com uma vibe mais country, e uma linda melodia, é uma das melhores faixas do álbum, nessa faixa Aguilera mostra quem ela é, em termos de voz, claro, uma linda letra, uma melodia perfeita, um ótimo dueto.
[Deluxe Tracks]
Light Up The Sky” É uma balada que começa com Aguilera ao piano, e vai crescendo e explodindo, com um instrumental um pouco parecido com o da introdução do lótus.
Empty words” É mais uma balada, com uma letra mais profunda e crescente, em que Aguilera mostra mais o potencial vocal dela, com tambores e uma instrumental mais militar, como tantas vezes visto nesse álbum.
Shut Up” É a ultima faixa da versão deluxe do Lotus, é uma ótima musica, uma resposta aos haters, é uma musica forte, que poderia ser um single da Pink, ou da Lily Allen, com um Coro chiclete e Chatty.
Em suma, Aguilera fez de novo, trouxe um novo álbum, diferente de tudo que ela já fez, com referencias aos estilos que a diva adora e sempre trabalha, se vermos por um lado, podemos ver que o álbum possui um padrão, trazendo os estilos parecidos de duas em duas faixas, até as musicas mais chatinhas estão juntas, no total é um ótimo álbum.

Melhor Faixa : Army of me
Pior Faixa: Cease Fire
Nota: 4/5

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